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Quando dei por mim, já tava vestido num calção de tergal que mãe fizera. O calção servia-me como cueca e calção também, ué. Azulzinho que nem o céu, era o calção. Com a cara embrenhada na terra eu inventava coisas. Mãe no tanque cantava. quando eu morrê me enterre na lapinha. Eu entendia me enterre na latinha. Achava mãe
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